Hospital Parque Belém em Porto Alegre

WhatsApp Image 2020-07-06 at 10.48.03  O presidente Estadual do Partido Verde, Marcio Souza e o pré-candidato a prefeito de Porto Alegre Montserrat Martins estiveram visitando o Hospital Parque Belém em Porto Alegre, acompanhados do médico, Dr Luiz Augusto Pereira, para conhecer a realidade desse complexo hospitalar.Planejado para atender tuberculose, o hospital filantrópico tem arquitetura perfeita para tratar a Covid e outros quadros respiratórios graves, com tetos altos, corredores amplos, numa região bem arejada e com todas as condições de infraestrutura para poder estar atendendo. Desativado desde 2017 mas com 150 leitos e capacidade para até 300, nessa época de “bandeira vermelha”, espera ser utilizado pela Prefeitura de Porto Alegre ou a mesma determine quem deva fazer a sua gestão.


O Partido Verde defende a reabertura deste hospital pois, a nossa principal bandeira é a DEFESA DA VIDA!

PV Porto Alegre lança pré-candidatura à prefeitura de Porto Alegre

Na noite desta quinta-feira, 04, o Partido Verde Porto Alegre lançou a pré-candidatura de Montserrat Martins à prefeitura de Porto Alegre. O lançamento que ocorreu por videoconferência em publicação ao vivo na fan page do PV Porto Alegre, e contou com a presença do presidente nacional do Partido Verde, José Luiz Penna, do secretário nacional do PV, Marcelo Bluma, do presidente estadual, Marcio Souza, do vice-presidente de Porto Alegre, Cleber Giovane e do pré-candidato Montserrat Martins.

Nossa Porto pode ser mais Alegre, uma Capital mais criativa e inovadora, mais limpa e sustentável, mais humana e solidária.

Montserrat Martins

Médico e escritor, e já concorreu pelo PV na eleição ao governo do estado em 2010. Sendo médico concursado no Judiciário e também graduado em Direito, participou da implantação da Justiça Restaurativa, tendo experiência em resolução de conflitos com a participação criativa da comunidade.

Temos aqui empresas e profissionais capazes de nos tornar um Polo de tecnologias limpas, inteligentes, que gerem empregos sem poluir – e o papel da Prefeitura é estimular esse novo modelo de desenvolvimento. Os incentivos fiscais e as parcerias público-privadas devem ser direcionadas para a viabilização dessas ideias.

Devemos apoiar a economia atraindo turistas que vem ao Estado visitar Gramado e Canela e mal passam pela Capital, podemos fazer parcerias por exemplo para um teleférico unindo o Morro ao Guaíba. Esse é um mero exemplo de uma entre várias possibilidades criativa que movimente nossa cidade e nosso comércio. Para isso também temos de preservar o Guaíba, em risco com um projeto de mina de carvão, que a Prefeitura deve contestar, em nome da preservação da água, do ar e da própria Orla, nosso cartão postal.
Há problemas graves a enfrentar, como a falta de água crônica em vários bairros “esquecidos” pela Prefeitura, que devem passar a ser prioridade também. A crise dos transportes e mobilidade urbana requer também novos modos de circulação, como o Aeromóvel, uma tecnologia gaúcha usada em vários lugares do país e do mundo e ainda não aqui, podemos mostrar que “santo de casa” pode fazer milagre sim. Uma capital mais humana também tem de ser mais acessível para as pessoas que disso necessitam. Outras soluções devem ser buscadas para o transporte coletivo, que não seja diminuir linhas e lotar ônibus e plena pandemia.
A Guarda Municipal e os Agentes de Trânsito podem colaborar com a Segurança na medida em que a Prefeitura viabilizar junto ao Estado uma maior integração com os órgão estaduais de segurança. Nossos professores, inclusive da educação infantil, e os profissionais da saúde, que tem sido heroicos no combate à pandemia, tem de ser vistos como parte da solução e não do problema, como tem sido hoje, onde sofrem uma série de restrições em sua valorização profissional e em suas condições de trabalho por parte da gestão municipal.

OS DANOS À SAÚDE PELO CARVÃO MINA GUAÍBA

Coloca em risco a nossa saúde a proposta de instalação da Mina Guaíba, próxima ao Jacuí, com previsível contaminação da água e do ar da bacia do Guaíba, onde vive cerca de 40% da população gaúcha.

 

METAIS PESADOS

A mineradora apresentou EIA-RIMA (Estudo de Impacto Ambiental) com mais de 6 mil páginas contendo muitas informações vagas e falta de informações como a própria composição do carvão a ser explorado, dado importante pelos elementos de alta toxicidade. A extração do carvão mineral e seu beneficiamento produz uma variedade de metais pesados como Mercúrio, Chumbo, Cádmio, Cromo, Zinco, Cobre, Níquel e Arsênio.

 

REJEITOS NA ÁGUA E POEIRA DE CARVÃO NO AR

Em audiência realizada no Ministério Público do Rio Grande do Sul, especialistas do Instituto de Geociências da UFRGS demonstraram não ser verdadeira a alegação da mineradora de que os rejeitos ficarão sob uma “barreira impermeável” após enterrados e que estes irão contaminar os lençóis freáticos que se comunicam com a bacia do Guaíba.

Além disso, a água das chuvas que cair ao solo contaminada pela poeira será desviada para o próprio Jacuí e a poeira de carvão, levado pelos ventos da região, afetará além da água também o ar da região metropolitana.

Os danos resultam dos metais na água e da contaminação do ar, de uma série de elementos cancerígenos, geradores de tumores, doenças gastrointestinais, pulmonares, alérgicas e autoimunes. Essa contaminação não será um “acidente” da mineração, mas sim a decorrência da Mina Guaíba tal como projetada.

 

GOVERNO DO ESTADO

O Governador enviou projeto à Assembleia que desmonta o Código Ambiental do RS, chegando a propor o auto licenciamento, ou seja, das empresas assumirem compromissos que se não forem cumpridos somente serão fiscalizados após já terem produzido danos.

 

SÃO ENGANOSOS SUPOSTOS GANHOS ECONÔMICOS

Além de afetar a saúde, afeta o turismo com a contaminação do Guaíba – nosso cartão postal, nosso local de lazer, a “alma” da cidade. Após duas a três décadas de exploração, que pode inviabilizar o abastecimento de água da metade do RS, ficará ainda o ônus de manutenção dos rejeitos a cargo do Estado, onerando as futuras gerações.

 

LIMINAR SUSPENDE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

A Justiça Federal em Porto Alegre determinou a suspensão imediata do processo de licenciamento ambiental do projeto Mina Guaíba devido à omissão da Copelmi e da Fepam, que não comunicaram a Funai a existência de comunidades indígenas na área impactada pelo projeto. A liminar será mantida até a manifestação da Funai. Se instalada a Mina Guaíba, será um verdadeiro desastre colocando em risco a vida de mais de 4,5 milhões de pessoas que ficarão expostas pelos materiais cancerígenos liberados pela exploração do carvão.

Por nossa saúde e nosso futuro, diga NÃO À MINA GUAÍBA!

NOTA DO PARTIDO VERDE

oficio PV

PROJETO DE MINERAÇÃO EM RESERVAS É DEGRADANTE

O Projeto de Lei enviado pelo Governo Federal ao Congresso, essa semana, aumenta a degradação ambiental no país, ao liberar projetos de Mineração em áreas de reservas indígenas.
O Brasil vem sofrendo as consequências da mineração predatória não só nos casos mais famosos como Mariana e Brumadinho, mas com a degradação de rios e matas em todo o país, ameaçando o nosso sistema hídrico e agravando a crise climática.
O país mais rico em águas doces do mundo já enfrenta crises de abastecimento de água, um país que tinha quatro estações bem definidas agora enfrenta enchentes e estiagens.
A mineração predatória não vem servindo a nenhum projeto de desenvolvimento nacional, eis que os minérios vendidos como matéria-prima barata para o exterior são recomprados após industrializada lá fora.
Um projeto de desenvolvimento consistente para o país requer seriedade no uso sustentável dos recursos naturais, evitando a degradação dos rios e o agravamento da crise climática.
Por todos esses motivos, o Partido Verde se posiciona contra o projeto de mineração nas áreas das reservas indígenas, originalmente destinadas à preservação da cultura dos povos originários, que convivem em harmonia com o ambiente.

Partido Verde RS

34 anos do lado da VIDA

Hoje, o Partido Verde completa 34 anos de lutas e de opinião para a conscientização dos brasileiros em relação a importância da preservação de nosso meio ambiente, sem termos, ao longo destes 34 anos, nenhum dirigente envolvido em casos de corrupção. Comemoremos duplamente então!!!!!

Sem perícia não há Justiça

Desde a semana de apresentação do Pacote de reformas nas regras do funcionalismo, os servidores do Instituto Geral de Perícias tentam estabelecer uma comunicação simples e direta com o governo estadual. Acreditam que demonstrar números e fatos seria suficiente para uma negociação justa para ambos os lados, mas não obtiveram êxito algum.
Apesar de entenderem a matemática que leva à necessidade de uma reforma e aceitar vários pontos do pacote, para o governo não são os números que importam. Parece haver uma necessidade de se criar pânico para depois então poder levantar uma bandeira de salvamento, o conhecidíssimo “bode na sala”!
Nos últimos cinco anos, além de terem seus salários parcelados, não perceberam nenhum reajuste salarial ou sequer reposição da inflação. Conseguiram, a duras penas, ver o seu adicional de risco de vida subir de 80% para 148%, ficando ainda assim, um terço menor do que das demais forças da Segurança Pública do estado. As reposições de materiais nos últimos anos provem de convênios com Prefeituras e Ministério Público. Muitos servidores compram e pagam do próprio bolso o seu material e hoje cada servidor faz o trabalho de três, haja visto que nunca tiveram o quadro completo previsto em lei que é de 1700 funcionários. São hoje parcos 700 colegas para atender todo o estado.
Além de realizar as tão conhecidas perícias em locais de crime, como homicídios e acidentes de trânsito, confeccionar as carteiras de identidade, realizar necrópsias e exames de corpo de delito, há uma série de outras perícias que não são de conhecimento do grande público mas que são de extrema relevância para a justiça moderna, como é o caso das perícias ambientais, tão importante e tão caras ao nosso estatuto!
As perícias feitas pelo corpo de peritos do IGP são fundamentais tanto para o esclarecimento de crimes contra a vida e contra a propriedade, como são fundamentais na elucidação dos crimes contra o meio ambiente. A atividade pericial é atividade imprescindível à Justiça e vem sendo decisiva nas demandas judiciais que envolvem agressões contra o meio ambiente. São muitos crimes de desmatamento e poluição, e todos os demais crimes previstos na Lei n.º 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 quem vem sendo devidamente punidos, e por consequência combatidos, com base nas análises dos profissionais altamente especializados, os peritos ambientais. Casos como o da mortandade dos peixes no Rio dos Sinos em 2006, em que os laudos produzidos pelo IGP foram preponderantes para determinar quais empresas foram responsáveis pelos lançamentos dos dejetos e posterior punição dos responsáveis.
Outra ocorrência de graves proporções para nosso meio ambiente em que a perícia ambiental teve papel importante foi o caso da Cettrel/Cettraliq. Peritos conseguiram determinar o desvio utilizado pela empresa para lançar rejeitos de forma direta no Rio Guaíba.
Poderíamos listar inúmeros casos de importância e relevância a todos os âmbitos da população em que o trabalho dos peritos do IGP tem sido, apesar de silencioso e discreto, essenciais para que se faça justiça no Rio Grande do Sul e no país. No entanto, eles só buscam reconhecimento, isonomia e tratamento digno por parte do governo estadual.
Para isso criaram um calendário de manifestações e mobilizações para o mês de janeiro que conta com Operação Padrão e paralisações concatenadas! Não querem prejudicar a população, mas infelizmente o governo estadual demonstrou não estar disposto a debates sadios. A proposta que consta na Assembleia Legislativa nesse momento, reduz os salários pagos a esses profissionais e os congela por 6 anos!. Isso é humilhante.
Os peritos do IGP lutarão e nós do Partido Verde RS estamos juntos nesta luta pelo respeito a esses trabalhadores e seu trabalho. Não há segurança pública ou justiça possível sem o trabalho dos peritos e o tratamento que esses profissionais vem recebendo pelo governo do Estado do RS reflete exatamente o menosprezo com que o governo trata a justiça e a sociedade.
 

NOTA DE APOIO DO PVRS

NOTA

CONVENÇÃO ESTADUAL 2019

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Em clima festivo com mais de 300 filiados, no último sábado (30), o Partido Verde gaúcho realizou sua Convenção Estadual, onde elegeu por unanimidade a sua nova composição de membros da executiva estadual mantendo a liderança do atual presidente e secretário nacional de mobilização do PV, Marcio Souza. O PV gaúcho está se preparando para apresentar chapa a vereador em todo o RS e apresentará propostas para a sociedade de ações sustentáveis que respeitem a saúde, cidadania e a defesa todas as espécies vivas, bem como a defesa de nossos recursos minerais, e um mundo que se desenvolva de forma equilibrada e sustentável. O Partido Verde defende a vida, o pacifismo e todas as causas sociais. Venha para o PV!

Manifestação Pública

30-11 manifest

 

 

 

 

 

 

 

Meio ambiente, cultura, sociedade e sustentabilidade você acompanha no Programa Rádio Verde Sustentável, realizado pela Fundação Verde Herbert Daniel em parceria com o Partido Verde.

Neste sábado (30), Manifestação Pública transmitida ao vivo pela Rádio Metrópole AM 1570, às 15 horas, com o tema: Minas de carvão na região metropolitana de Porto Alegre e suas consequências para a saúde e o meio ambiente.

Projetada para 30 anos de exploração, a extração do carvão mineral e seu beneficiamento poderá produz uma variedade de metais pesados. Será a maior mina de carvão mineral a céu aberto do Brasil que pode gerar reais impactos socioambientais ameaçando perigosamente toda a Região Metropolitana de Porto Alegre e diretamente as mais de 4 milhões de pessoas que vivem nela, com prejuízos graves à sua saúde, a médio e longo prazos.

Apresentação, Marcio Souza, Presidente Estadual do PV, Gestor Ambiental e pós graduando em Perícia e Auditoria Ambiental.

Participe da transmissão ao vivo, o programa será realizado na Praça da Redenção próximo ao Monumento do Expedicionário.

Av. José Bonifácio, 245 – Farroupilha, Porto Alegre.